quarta-feira, 30 de maio de 2012

EXPO AMBIENTAL 2012

O mais importante evento sobre sustentabilidade e Meio Ambiente da região noroeste do Paraná(4, 4 e 6 de junho/12, em Paranavaí).

sábado, 31 de março de 2012

CONTROLE SOCIAL

Para saber mais acesse a Revista Controle Social da Gestão Pública no link:

IMPASSE

No jornal O Diário de hoje, sábado, 31 de março, no caderno A4, foi publicado o comunicado abaixo:

Na mesma edição, no caderno D+, um anúncio convida para o ato. 
Quem nasceu primeiro, o ovo ou a galinha?

LULA LÁ, E DE VOLTA OUTRA VEZ

quinta-feira, 22 de março de 2012

DIA MUNDIAL DA ÁGUA

Declaração Universal dos Direitos da Água
Art. 1º - A água faz parte do patrimônio do planeta.Cada continente, cada povo, cada nação, cada região, cada cidade, cada cidadão é plenamente responsável aos olhos de todos.

Art. 2º - A água é a seiva do nosso planeta.Ela é a condição essencial de vida de todo ser vegetal, animal ou humano. Sem ela não poderíamos conceber como são a atmosfera, o clima, a vegetação, a cultura ou a agricultura. O direito à água é um dos direitos fundamentais do ser humano: o direito à vida, tal qual é estipulado do Art. 3 º da Declaração dos Direitos do Homem.

Art. 3º - Os recursos naturais de transformação da água em água potável são lentos, frágeis e muito limitados. Assim sendo, a água deve ser manipulada com racionalidade, precaução e parcimônia.

Art. 4º - O equilíbrio e o futuro do nosso planeta dependem da preservação da água e de seus ciclos. Estes devem permanecer intactos e funcionando normalmente para garantir a continuidade da vida sobre a Terra. Este equilíbrio depende, em particular, da preservação dos mares e oceanos, por onde os ciclos começam.

Art. 5º - A água não é somente uma herança dos nossos predecessores; ela é, sobretudo, um empréstimo aos nossos sucessores. Sua proteção constitui uma necessidade vital, assim como uma obrigação moral do homem para com as gerações presentes e futuras.

Art. 6º - A água não é uma doação gratuita da natureza; ela tem um valor econômico: precisa-se saber que ela é, algumas vezes, rara e dispendiosa e que pode muito bem escassear em qualquer região do mundo.

Art. 7º - A água não deve ser desperdiçada, nem poluída, nem envenenada. De maneira geral, sua utilização deve ser feita com consciência e discernimento para que não se chegue a uma situação de esgotamento ou de deterioração da qualidade das reservas atualmente disponíveis.

Art. 8º - A utilização da água implica no respeito à lei. Sua proteção constitui uma obrigação jurídica para todo homem ou grupo social que a utiliza. Esta questão não deve ser ignorada nem pelo homem nem pelo Estado.

Art. 9º - A gestão da água impõe um equilíbrio entre os imperativos de sua proteção e as necessidades de ordem econômica, sanitária e social.

Art. 10º - O planejamento da gestão da água deve levar em conta a solidariedade e o consenso em razão de sua distribuição desigual sobre a Terra. 

http://br.noticias.yahoo.com/rios-11-estados-pa%C3%ADs-est%C3%A3o-polu%C3%ADdos-100500067.html

sexta-feira, 16 de março de 2012

MARINGÁ, CIDADE CARVÃO

NOTA OFICIAL DA ARQUIDIOCESE DE MARINGÁ

A Arquidiocese de Maringá, atenta aos anseios do povo e preocupada com a defesa da saúde, assim como com a preservação do meio ambiente, vem a público emitir a seguinte NOTA DE ESCLARECIMENTO:

1 – Temos acompanhado a discussão acerca da proposta de instalação, em Maringá, de uma usina de incineração dos resíduos sólidos urbanos. Ouvidos esclarecimentos de Cientistas, Ministério Público do Trabalho, Ministério Público Estadual e de Movimentos Sociais, concluímos não ser recomendável a utilização de tecnologia de incineração (queima do lixo). Entre os problemas apontados verifica-se o prejuízo social dos trabalhadores da reciclagem, além dos graves e irreversíveis danos à saúde dos seres vivos, notadamente das pessoas.

2 – A Igreja tradicionalmente tem-se mostrado sensível à necessidade de cuidar do meio ambiente e da saúde. Prova-o a Campanha da Fraternidade, em especial nos dois últimos anos: 2011 – “A criação geme em dores de parto” (Rm 8, 22); 2012 – “Que a saúde se difunda sobre a terra” (Eclo 38, 8). “É missão da Igreja a continuidade da ação de Jesus na história para que a saúde se difunda sobre a terra” (CF-2012, Texto-base, 178).

3 – Os cidadãos não devem permitir que, num município nacionalmente conhecido como “Cidade Verde”, o Poder Público Municipal implante uma política que privilegie a incineração dos resíduos sólidos, em detrimento da não geração, redução, reutilização, reciclagem e compostagem, tal como estipula a Lei que institui a Política Nacional de Resíduos Sólidos (Lei Nº 12.305/2010).

4 – Por fim, no âmbito do Estado democrático de direito, reconhecemos como nossa missão nos pronunciarmos sobre tudo o que diz respeito ao bem da comunidade, como igualmente incentivar e apoiar sua conscientização e organização.

Maringá, 15 de março de 2012.

Dom Anuar Battisti
Arcebispo Metropolitano

Mons Marcos Aurélio Ramalho Leite
Chanceler da Cúria Metropolitana

sábado, 10 de março de 2012

ESCONDE-ESCONDE

Quem escondeu, escondeu, que não escondeu, lá vou eu...

CANAL RURAL

Em Maringá, adubando dá.

IMUNDICIDADÃO

Diga-me que destino dás às suas imundícias, que direi o nível do (cidadão?) que és...

CONTORNO NORTE

A pista de caminhada mais cara do mundo (próximo ao viaduto na entrada de Sarandi e Jardim Paulista, final da Guaiapó).

quarta-feira, 29 de fevereiro de 2012

REVISTA CONTROLE SOCIAL DA GESTÃO PÚBLICA

Jamais será demais divulgar propostas de natureza tão nobre. Parabéns aos idealizadores e que continuem com saúde, paz e garra para que nunca esmoreçam diante das mazelas desse mundo tenebroso.
- Revista Controle Social da Gestão Pública nasce da necessidade dos diversos movimentos de Controle Social do país. São centenas de instituições movidas por empresários voluntários que estão repensando a gestão pública de maneira a reduzir os gastos do estado e aumentar a eficiência da máquina pública, desaguando futuramente na redução da carga tributária, hoje um empecilho ao crescimento empresarial/industrial.
A Revista Controle Social da Gestão Pública premia a livre iniciativa e o não partidarismo nessas instituições de controle. Nossa linha é construtivista, trabalhamos com iniciativas que estão dão certo no que tange a melhoria da gestão dos recursos públicos. Partimos do pressuposto de que não faltam recursos em nosso país, falta uma gestão mais eficaz.
Diante desta razão consultamos a sua Organização do interesse em participar deste momento importante para os nossos movimentos, contemplando nossas páginas com seu material e apoio publicitário.
Caros amigos, agradeço a todos que divulgaram a Revista Controle Social da Gestão Pública, em seus blogs, Facebook, etc. e aos que estão distribuindo em suas cidades, para lideranças e comunidade em geral. Precisamos reforçar nosso papel de cidadania tributária, exercendo todos os nossos deveres e direitos, principalmente na correta aplicação dos Recursos Públicos. É graças a grande mobilização social que o Brasil está se modificando para melhor!
Continuem divulgando e entrem em contato para divulgação dos trabalhos de vocês, na medida do possível, faremos contato para ajustar os formatos técnicos e fazer a divulgação.
Boa leitura!

sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012

MARVEL X DC

Meu filhote, ontem a noite. - Papai, porquê o Capitão Marvel é da DC e não da Marvel?
Eu cá, com meus parcos conhecimentos quadrinísticos, buscando nos recônditos mais longínquos da mente do pré-adolescente que fui (continuo jovem ainda, claro), categoricamente, respondi.
- Existem dois Capitães Marvel, um da DC, outro da Marvel.
- Dois?
- Dois! Aliás, um.
- Ué, um ou dois?
- O Capitão Marvel da Marvel já morreu... De câncer.
- Como pode?
- O capitão da Marvel ter morrido de Câncer?
- Não. Existirem dois...
- Ah, mas foi uma briga feia.
- Entre os dois Capitães?
- Não. Entre as editoras dos personagens...
- Porquê?
- Ora... Porquê? É uma longa história...

- ?
- Venha cá. Clique aqui:
http://pt.wikipedia.org/wiki/Capit%C3%A3o_Marvel_%28DC_Comics%29

Na ilustração acima, o Capitão Mar-vell da Marvel. Essa ilustração foi a capa da revista Graphic Novel "A Morte do Capitão Marvel".

ESCONDE-ESCONDE

..28, 29...30. Quem escondeu, escondeu. Quem não escondeu, não esconde mais. Lá vou eu.

SILÊNCIO...

... Máquinas dormindo.

SUA CASA...

...Sua Vida (de Cachorro).

AH, TÁ!

E aí? Então... Pois é!
Dia desses, com o prazo pra uma reunião quase estourando, procurando desesperadamente uma vaguinha de estacionamento no centro, entrei ali naquele espaço da Praça Renato Celidônio, onde, um senhor, com sua velha e carcomida kômbi carroceria, perguntava pra um flanelinha, como se ele fosse dono do pedaço público, se o permitia estacionar em cima da faixa limitadora das vagas, já fora da área de estacionamento, porque iria logo ali e não demoraria.
Diante desse diálogo propinal, na calçada, um agente do EstarR cumpria com a fiscalização oficial dos veículos como se averiguasse o padrão de qualidade extorsivo do flanelinha. Cruzei a XV de Novembro umas 3 vezes até achar uma bendita vaga.

quinta-feira, 23 de fevereiro de 2012

TURMA DA MÔNICA CONTRA AS DROGAS

Clique no linque baixo e leia a historinha da Turma da Mônica contra as drogas:
Aproveite e envie o linque para seus amigos, inimigos, irmãos, primas, sobrinhos, netos, tios, namorados, avós, pais, rivais, senadores, esposas, cochorros, vereadores, gatos, calopsitas, deputados, canários, papagaios, tartarugas, dragões, prefeitos, blogueiros, corruptos, tiranos, bandidos, policiais, mendigos...
Realmente essa história precisa ter um fim.

quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012

VÍCIO


Sei que vou embora um dia, isso eu sei que vou. Mas, não é você que vai mandar-me e, tão cedo. Você causou uma ferida enorme em todos os meus órgãos e até nos meus sentimentos. Você pegou-me desprevenido, muito jovem e indefeso. Mas, agora eu sou grande. Sou maior que a soma de todos que enguli, durante todos esses anos. Mas, o ciclo da sua perseguição termina aqui. Eu não preciso mais da sua companhia traiçoeira.

ADEUS!

Xavier
Maringá PR
22/02/2012

- Parabéns pela decisão amigo Xavier. Estou na torcida fazendo figa a seu favor e para que esse assassino vá para o banco dos réus.

SOLETRANDO

Estava lá, ontem, meu filhote acompanhando um vídeo explicativo no iutube, sobre o jogo minecraft.
O fulano que narrava, em ófi, os acontecimentos, numa situação de vida ou morte do seu personagem, desesperadamente:
- Ai, não quero morrer, não quero morrer, não quero morrer, não quero morrer... Ahhh... Morri. Seu Filho da...
Nisso, atento que estava, ao som que vinha do micro, gritei da sala para meu filhote:
- Parece que ouvi um palavrão aí...
Meu filhote, mais que depressa, argumentou soletrando: - Não pai, ele não chegou a pronunciar o PÊ U TÊ A.

quinta-feira, 16 de fevereiro de 2012

INTERATIVO

Peça criada pelo redator Guilherme Fleury, pela DPZ, para a marca Stilgraf (uma das melhores gráficas do Brasil).

quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012

ASDFG


Colocar uma folha sulfite e digitar qualquer coisa nas teclas de uma Remington ou Olivetti era a coisa mais maravilhosa e chique do mundo.
Quando alguém dizia ter feito o curso de datilografia, recebia logo, dos leigos sem tal formação, um olhar de admiração.
- Nossa, ele faz datilografia. Vai arrumar um serviço de escritório. Terá um serviço limpo. Imagina só, o dia inteiro só na máquina de escrever? Diziam as pessoas.
Datilografia foi algo tão valorizado em um tempo que o fulano que não tivesse o curso encontrava dificuldades para arrumar certos empregos. E pior, não precisava ser serviço de “escritório” não. Inclusive, muita gente com vocação para trabalhos que não necessitavam de datilografia, ostentava orgulhosa o diploma do curso, junto de algumas folhas digitadas para provar que era craque nas teclas. Um sujeito sem datilografia tinha empregabilidade menor que qualquer desinformado com um mínimo de agilidade nas teclas.
E, impregnado pelo pensamento predominante da época de minha quase juventude, que, para o complemento da formação escolar/empirismo/sorte era imprescindível saber datilografia, fiz minha inscrição no ADAR (não me recordo o significado da sigla), meia quadra de minha casa, na Vila Santo Antônio.
A caminho do recinto, a respiração ofegante, tamanha a emoção e nervosismo, quase fizeram com que voltasse para casa. Como pode algo que tanto se deseja, criar comoção tal a ponto de se descontrolar internamente? Não sei. Quando cheguei à sala para botar as mãos em uma máquina de escrever, o coração quase salta pela boca de tanta emoção. Sem exageros mas, foi assim que se deu.  Afinal, venho do tempo, e não faz tanto tempo assim, em que as pequenas coisas da vida tinham importância, valor e significado. A gente sabia dar o valor real para os acontecimentos e os pequenos detalhes do dia-a-dia. Claro, não justifica o nervosismo. Fazer o que? Quando essa coisa se apodera da gente, vara verde ao vento éo que há de mais sereno na vida.

Diante daquele complexo equipamento lotado de botões com números, letras e outros símbolos, roldanas, fitas, traquitanas e rebimbelas, para a primeira lição “asdfg”, as suadas mãos tentavam controlar os trêmulos dedos que mantinham, sem cadência, o lesmático e tartarugante ritmo “catamio”.
A sala estava lotada de teclantes de todos os estágios e categorias. Uns muito adiantados e outros bem mais atrasados - esses últimos, mesmo considerando seu lento/quase parando cutucamento de teclas, eram, se comparados a mim, da estirpe do The Flash.
O conceito da época, de se valorizar os datilografantes, fazia com que os novatos e metidos aprendizes “passeassem” com suas pastas poliondas cheias de sulfites borrados de alto a baixo com “asdfg sdfga dfgas fgasd gasdf” em vermelho e preto. Era, em algumas situações, puro exibicionismo. E a maioria adorava se exibir.
Pois é. Em meu primeiro dia de aula, consegui ver todas as teclas da Remington, pois, estavam escancaradamente expostas à minha frente. A partir do segundo dia, além de me colocarem numa mesinha com uma Olivetti (nada contra Olivetti), colaram (a isso sou contra) sobre suas teclas uma folha branca que impedia que eu visse as letras e os números.
A lição consistia em datilografar sem olhar para as letras. Para praticar, diziam. Oras bolas.A ordem não é aprender primeiro, depois praticar? Então, praticar o que não sabia?
Pois é! agora José? Como sair dessa? Como localizar as teclas certas apenas no tato? A primeira dedada na tecla, em vez da letra A, aparece no papel a letra Q. Apertei a tecla de acima. Na segunda cutucada, a letra Z, que não queria dormir, arregala os Zóios.
Mas, uma levantadinha de nada no sulfite, sem o professor ver, para mentalizar as cinco letras da lição do dia não fez mal a ninguém. Afinal, se o datilografamento fosse tão fácil assim, minha lição desse dia não teria saído com a cara de mosaico com sobreposição de letras, e borrões desalinhados.

A cada ciclo, ou seja, a cada lote de cinco linhas compostas de asdfg dava-se um espaço duplo e recomeçava a ladainha dos caracteres das teclas que insistiam em fugir da direção dos dedos. Tantas e quantas vezes, isso se deu que ora um dedo escorregava por entre umas teclas e ficava enganchado, ora outro dedo.
Ao desenganchar o dedo, a folha que cobria as teclas era levantada e numa rápida olhada as cinco escolhidas letras da noite tinham mapeadas suas posições. Sem o professor ver, claro.

Em poucos dias, um tanto familiarizado com as ditas cujas das máquinas, já adquirindo mais segurança, os dedos passeavam com uma “certa” destreza. Claro, destreza esta que não podia comparar com os “velhos” digitadores do mesmo curso. Esses, quando de suas dedadas nas teclas, produziam um barulho que incomodava minha concentração. Ao dar uma espiada no ser barulhento, mal dava pra ver seus dedos, tamanha agilidade. Se os próprios estavam escrevendo alguma coisa coerente e sem erros, não sei.
Minha “certa” destreza tinha lá a sua agilidadezinha. E o que era legal (mas impossível) é que o digitamento se dava com os cinco dedos de cada mão. Com essa categoria toda.
O tempo passou e, exceto pelos quatro meses que trabalhei em uma imobiliária, onde, cuja incumbência da função era, também digitar contratos de locações, fichas de residentes e autos de vistorias, nunca mais vi em minha frente um bicho Olivetti ou Remington ou de outra raça qualquer.
Devido à natureza do meu trabalho, por um bom tempo, não necessitei das teclas. Era tudo na prencheta.
O mundo mudou e hoje passamos 28 horas por dia olhando para os teclados que nos fazem trabalhar muito mais que tempos passados, recebendo menos dinheiro e nos estressando muito mais.
E tudo isso, com apenas três dedos de cada mão.

ENTÃO...

Tem uma historinha, de que na década de 70 um jornal americano mandou para Cuba um repórter. O editor combinou com o jornalista: “Como lá não existe liberdade de imprensa você nos escreve cartas, com caneta. Se a carta vier com tinta azul, saberemos que o que você está escrevendo é verdade. Se vier com tinta verde, saberemos aqui que é tudo mentira, que é o contrário do que foi escrito. Assim, a gente engana os sensores cubanos, que lêem as cartas de todos. 
E assim foi feito. Uma semana depois chega ao editor uma carta do jornalista, escrita com letra azul:  “Cuba é uma maravilha! O povo feliz, festeja pelas ruas o tempo todo. Não há desemprego, todos ganham bem. Os cubanos veneram Fidel Castro, desejando-lhe vida eterna”.
Como a carta veio escrita com caneta azul,  era, pois — conforme o combinado — verdade. O editor do jornal ficou pasmo: “Não é possível! Cuba tá bem assim!”
E continou lendo o relato do jornalista: “Em Cuba, o comércio é muito forte. Os supermercados ficam lotados, o povo comprando o que gosta, com preços incrivelmente baratos. No comércio cubano tem de tudo - menos caneta de cor verde. (Enviado pelo cumpadi Vladi)

Aproveitando. Domingo passado, fomos buscar uns frangos caipiras para o jantar. E não é que ao chegarmos ao local encontramos os Músicos de Bremen descansando suas férias? Aproveitei pra tirar umas fotos enquanto o Burro olhava... 

ASPIRINA E METÁSTASE

"Nós demonstramos que moléculas como a da aspirina podem funcionar de forma eficaz na redução da dilatação destes grandes vasos e, assim, reduzir a capacidade dos tumores de se espalharem para lugares distantes", afirmou o pesquisador Steven Stacker. (Mais)

segunda-feira, 13 de fevereiro de 2012

UM TAPINHA NÃO DÓI


http://br.noticias.yahoo.com/pai-adolescente-norte-americana-d%C3%A1-nove-tiros-laptop-173200554.html

quinta-feira, 9 de fevereiro de 2012